Prémio Nobel de 2012 responde aos seus críticos

Quando foi anunciada a atribuição do Nobel de Literatura a Mo Yan, não faltou quem o acusasse de alinhamento com o governo chinês e falta de solidariedade para com os artistas perseguidos, presos ou forçados ao exílio pelo regime de Pequim. Agora, o autor de Mudança, numa rara entrevista, defende-se desses ataques.



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«Tenho a suspeita de que a espécie humana - a única - está prestes a extinguir-se e que a Biblioteca perdurará: iluminada, solitária, infinita, perfeitamente imóvel, armada de volumes preciosos, inútil, incorruptível, secreta» Jorge Luis Borges