Um filão inesgotável

Com os mais de cinco milhões de livros digitalizados pela Google (a que correspondem cerca de meio bilião de palavras) e sofisticados motores de busca, os investigadores da cultura humana têm um filão inesgotável para explorar. E não só os especialistas em ciências sociais. Os internautas também podem fazer as suas experiências. Com esta aplicação, por exemplo, qualquer pessoa pode escolher uma sequência de palavras (até cinco) e ver um gráfico que regista a evolução do uso dessas palavras durante décadas ou séculos. O The New York Times avisa que esta é uma «diversion that can quickly become as addictive as the habit-forming game Angry Birds». Um alerta pertinente, sobretudo para quem, como eu, já chegou ao nível 110 do dito Angry Birds. Mas um alerta que vou, sorry NYT, ignorar olimpicamente.



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«Tenho a suspeita de que a espécie humana - a única - está prestes a extinguir-se e que a Biblioteca perdurará: iluminada, solitária, infinita, perfeitamente imóvel, armada de volumes preciosos, inútil, incorruptível, secreta» Jorge Luis Borges