Maravilhas da paternidade

Alice: «Quando for grande vou ser escritora porque tenho uma cabeça cheia de ideias.»



Comentários

4 Responses to “Maravilhas da paternidade”

  1. Silvia Mota lopes on Junho 14th, 2012 22:53

    Muito bem… pessoas com ideias é que o país precisa:)
    Beijinhos para a Alice

  2. Alice Vieira on Junho 15th, 2012 14:15

    A minha neta Isabel, 7 anos: “Quando for grande quero ser professora porque quero usar muito bem o meu cérebro.”

  3. José Freitas on Junho 15th, 2012 15:58

    Ter filhos é acreditar no futuro. Esperemos que seja melhor que os tempos do presente.
    Os adeptos alemães chamaram durante todo o jogo macaco ao Nani e as Censuras da RTP, SIC, TVI e SPORTV, proibiram a divulgação desse facto indesmentível!!!
    Falam contra a Censura da Coreia do Norte e eles fazem o mesmo, parece que estamos na Coreia do Norte!
    Vencemos a Dinamarca por 3-2.
    É interessante o blog.
    O excelentíssimo António Borges quer que os salários de fome passem a ser salários de muita fome. Mas ele ganha um salário muito interessante e é mais um «moralista», no dia 11 de Junho de 2012, fartou-se de pregar a sua moral para os outros, mas que não usa para si próprio, na RTP1, depois da 22.30.
    O LAZER É ÓPTIMO, O PIOR É QUANDO FALTA O SUBSÍDIO DE FÉRIAS.
    Um programa recente da SIC Notícias disse mentiras sobre o caso «Equador», que tem frases inteiras copiadas de «Cette nuit la liberté».
    MST é um «moralista» anti-Esquerda.
    É sempre bom conhecer melhor um «moralista».
    A Censura anda muito activa nos comentários dos blogs. Espero que deixe passar este comentário.
    Em http://www.anticolonial21.blogspot.com está a verdade inconveniente sobre a cópia de partes de «Cette nuit la liberté» por Miguel Sousa Tavares para o livro «Equador».

  4. José Mário Silva on Junho 15th, 2012 21:01

    Alice,
    É muito bom sinal que as meninas de sete anos façam questão de usar bem a cabeça. :)

«Tenho a suspeita de que a espécie humana - a única - está prestes a extinguir-se e que a Biblioteca perdurará: iluminada, solitária, infinita, perfeitamente imóvel, armada de volumes preciosos, inútil, incorruptível, secreta» Jorge Luis Borges