Caim, de José Saramago, ultrapassa os 100 mil exemplares vendidos

Segundo números da GFK, o último romance de José Saramago, Caim, acaba de superar a barreira dos 100 mil exemplares vendidos, juntando-se a outros romances que conseguiram o mesmo feito comercial: Memorial do Convento; O Ano da Morte de Ricardo Reis; A Jangada de Pedra; O Evangelho Segundo Jesus Cristo; e Ensaio Sobre a Cegueira.



Comentários

2 Responses to “Caim, de José Saramago, ultrapassa os 100 mil exemplares vendidos”

  1. Maraisa batista da silva; on Outubro 3rd, 2012 17:26

    Saramago,que bom saber que tem mais um exsplar,embora einda não tenha lido nem uma de suas obras,so mesmo roteiros,sei que é por demais de bom(…)E Caim então,sô pelo nome,deve ser,uma beleza…
    tenho algo muito parecido no meu mini Blog,que fiz baseado em uma de suas proza,que é sogre,os giraçois,me esqueci de citar que foi bico meu no seu…mas,tem ploblema não, se um dia tiver o prazer de ti ver pessoalmente vou lhe esplicar direitinho,e não se preocupe pois o que não é meu inteiramente,nunca sera editado,amenos que seja com seu aval…
    Beijos de respeito e carinho,uma escritora e amiga;
    Maraisa

  2. Maraisa batista da silva; on Outubro 3rd, 2012 17:54

    Quero,deixar claro,á quém ler,meu primeiro comentario,sobre José Saramago,
    que,por mais que elê,queira ser,atéu,mesmo com respeito sua posição,tenho certeza que elê não o é(…)Porque,bem pelo simplis motivo de todos aquele que questiona tanto “DEUS”como elê,no fundo se ainda não descobriu,bescobrira um dia.”Basta elê olhar mais nos girasois que cita na sua fala,nas borboletas que nélas perneia ao seu redor,e em todas ás perguntas sem respostas na ciencia,na ecologia,na inciclopéida do ser humano,e nas maravilhas de cores e matizes,entre céu ea terra,no bater de nossos corações,e tantas outras coisas que não poderia eu citar aqui em fala,pois seria impocivél(…)
    Com meus cunprimentos;
    Maraisa batista da silva:

«Tenho a suspeita de que a espécie humana - a única - está prestes a extinguir-se e que a Biblioteca perdurará: iluminada, solitária, infinita, perfeitamente imóvel, armada de volumes preciosos, inútil, incorruptível, secreta» Jorge Luis Borges