Cavalo de Ferro rompe com Fundação Agostinho Fernandes
Segundo esta notícia avançada, ao fim da tarde, pelo Público online, a integração da Cavalo de Ferro no grupo editorial da Fundação Agostinho Fernandes, anunciada em Fevereiro, não se vai concretizar.
Nas palavras de Diogo Madre Deus, um dos sócios da Cavalo de Ferro, «a realidade financeira e organizativa [da Fundação] não estava de acordo com as expectativas», pelo que a editora voltará ao seu anterior estatuto: independente.
Resta saber como é que a Cavalo de Ferro superará, sozinha, as dificuldades em que se encontrava no início do ano (e que motivaram a cedência inicial à proposta da Fundação Agostinho Fernandes), ainda por cima num contexto de recessão económica. Haverá outros possíveis compradores no horizonte?
Comentários
2 Responses to “Cavalo de Ferro rompe com Fundação Agostinho Fernandes”
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- Residências literárias em 21 de Maio de 2012
- Melancólicas criaturas em 20 de Maio de 2012
- Primeiros parágrafos em 20 de Maio de 2012
- Um rato através da anaconda em 20 de Maio de 2012
- Os reflexos do mal em 19 de Maio de 2012
- O que aí vem (Esfera do Caos) em 19 de Maio de 2012
- Camané no ‘Avenida de Poemas’ em 18 de Maio de 2012


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Pois, a Cavalo de Ferro, tadinha, não sabia de nada, estava no escuro… Tal como não sabia que o Luis Miguel Rocha não ia vender nada com a Bala Santa porque toda a gente com dois dedos de testa topou que ele era um aldrabão… Olha, publiquem islandeses que devem andar ao preço da chuva.
Achei muito interessante o artigo do Público
http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1380369
sobre o assunto.
Em especial, achei interessante a exposição sobre os meandros de funcionamento de uma livraria falida mas que se recusa a morrer, semeando dívidas por todo o lado, chamada Buchholz.
Sempre achei curioso a boa vontade que muita gente tem e mantém por esta livraria. Talvez se as ” ‘elites portuguesas’” que o Francisco José Viegas considera ” Inculta, pobre de espírito, geralmente alarve e pateta (…) fossem lá mais vezes se tornassem ‘melhores’ pessoas. Ou pelo menos mais ao gosto do FJV.
Ver texto do FJV aqui:
http://www.correiomanha.pt/noticia.aspx?contentid=F070624C-2897-4DAE-B374-593CFFBB5975&channelid=00000093-0000-0000-0000-000000000093
Será o FJV e a Buchholz o que de facto faz falta aos portugueses?
Mas do comportamento das pessoas envolvidas no mundo dos livros, tenho aprendido, pouco de diferente podemos esperar do resto da população.
As guerras à Leya, o embróglio da Cavalo de Ferro, as opiniões ‘contundentes’ do FJV … Episódios ‘cor de rosa’ desta nossa vida.