When Iris met Raymond


Uma correspondência inédita de Iris Murdoch (146 cartas, escritas entre 1946 e 1975) parece revelar não só a tremenda influência literária exercida sobre ela por Raymond Queneau, como a paixão amorosa intensa votada pela romancista irlandesa ao escritor francês. No seu blogue, Pierre Assouline detém-se sobre o inesperado affaire (nos dois sentidos da palavra).

«Tenho a suspeita de que a espécie humana - a única - está prestes a extinguir-se e que a Biblioteca perdurará: iluminada, solitária, infinita, perfeitamente imóvel, armada de volumes preciosos, inútil, incorruptível, secreta» Jorge Luis Borges