Joaquim Vital (1948-2010)

Chamaram-lhe «bom dinossauro irascível», «Orson Welles dos livros», «um príncipe de esquerda». Com a sua editora (La Différence), Joaquim Vital contribuiu decisivamente, nas últimas décadas, para a divulgação da literatura portuguesa em França. No seu caso, dizer que se trata de uma perda enorme para a cultura nacional não é uma mera figura de retórica.
Há menos de um mês, o suplemento Actual do Expresso traçou-lhe o perfil – trabalho de Daniel Ribeiro que pode ser lido, em pdf, aqui.

«Tenho a suspeita de que a espécie humana - a única - está prestes a extinguir-se e que a Biblioteca perdurará: iluminada, solitária, infinita, perfeitamente imóvel, armada de volumes preciosos, inútil, incorruptível, secreta» Jorge Luis Borges