Centenário da morte de Machado de Assis

Faz hoje cem anos que morreu um dos maiores escritores brasileiros de todos os tempos (se não o maior): Joaquim Maria Machado de Assis. Na Casa Fernando Pessoa, está neste momento em curso a leitura integral do romance Memórias Póstumas de Brás Cubas, cujo registo gravado será oferecido à Associação dos Cegos e Amblíopes de Portugal (ACAPO). A sessão, aberta ao público, teve início às 10h00 e só deve acabar pelas 18h00, pelo que ainda pode chegar a tempo dos últimos capítulos.
Há ainda um Colóquio Machado de Assis, organizado pela Fundação Gulbenkian (hoje e amanhã), a que a Isabel Coutinho está a assistir e de que vai dando conta no seu blogue.

«Tenho a suspeita de que a espécie humana - a única - está prestes a extinguir-se e que a Biblioteca perdurará: iluminada, solitária, infinita, perfeitamente imóvel, armada de volumes preciosos, inútil, incorruptível, secreta» Jorge Luis Borges