adobe photoshop cs3 extended tutorial Adobe Creative Suite 5 Web Premium Download adobe photoshop cs 2 download adobe photoshop elements 2.0 windows vista Adobe InCopy CS5 for Mac Download adobe acrobat 8 cheap adobe creative suite premium cs2 win Adobe Photoshop Lightroom 3 Download convert word to adobe acrobat adobe photoshop 5 0 free download Adobe Dreamweaver CS5 Download cropping jpegs in adobe illustrator 9.0 adobe illustrator number serial Adobe Creative Suite 5 Design Premium Download adobe photoshop for dummies dvd adobe acrobat v6.0 professional tryout Adobe Photoshop CS5 Extended Download adobe acrobat viewer 6 free adobe acrobat 7 reader Adobe Creative Suite 5 Master Collection Download adobe photoshop cs free trial adobe acrobat 7.0 professional crack download Adobe Acrobat 9 Pro Extended Download adobe store adobe acrobat capture adobe acrobat error 1321 Adobe Premiere Pro CS5 Download adobe photoshop product registration key adobe incopy cs v3.0 Adobe Illustrator CS5 Download adobe photoshop 4.0 tutorial

Crítica, rock’n roll & verborreia

Tudo começou nos comentários a este post. Melindrado com o ataque do Rui Manuel Amaral à linguagem críptico-hiperbólica de algumas recensões musicais do Ípsilon, o João Bonifácio saiu-se com uma frase sarcástica de gosto duvidoso e absolutamente injusta, em que apontava a Manuel Gusmão (extraordinário poeta, ensaísta e crítico) “uma verborreia inenarrável de referencialidade abusiva exclusivamente centrada em maus poetas e escrita apenas e só para gáudio onanístico de um pequeno salão de medíocres”. Impunha-se que alguém saísse em defesa do autor de Dois Sóis, A Rosa — A Arquitectura do Mundo e foi o Francisco Frazão que o fez, colocando os pontos nos iis. Entretanto, o Sérgio Lavos também se meteu ao barulho, aqui e aqui, merecendo a necessária réplica do Francisco. Isto para não falar dos vários lençóis de texto nas caixas de comentários (sobretudo a cargo de um auto-justificativo Bonifácio).
Enfim, apesar de alguns excessos, tiros ao lado e exemplos acabados de verborreia, inenarrável ou nem por isso, vale a pena acompanhar a polémica, muito ao estilo do que acontecia na blogosfera portuguesa em 2003 (na fase todos-lêem-todos) e aos poucos deixou de acontecer.
Não querendo lançar mais achas para a fogueira, limito-me a dizer que estou com o Francisco: “A maneira como Manuel Gusmão pensa é das melhores coisas que temos. [negrito dele] Reivindico para mim o tal gáudio onanístico e quero saber a morada desse salão de medíocres. Se é pequeno, melhor ainda: nem sabemos a sorte que temos por haver alguém assim a escrever no Ípsilon.”

«Tenho a suspeita de que a espécie humana - a única - está prestes a extinguir-se e que a Biblioteca perdurará: iluminada, solitária, infinita, perfeitamente imóvel, armada de volumes preciosos, inútil, incorruptível, secreta» Jorge Luis Borges