Se tivesse que escolher um só livro sobre o Regicídio

capa Regicídio

Escolhia este, que já chegou à segunda edição (Tinta da China) e foi investigado pelos historiadores Maria Alice Samara e Rui Tavares, nascidos respectivamente 66 e 64 anos depois dos disparos da pistola Browning de Alfredo Costa e da carabina Winchester de Manuel Buíça.

Lembrete

Lançamento do livro 1908, um olhar sobre o Regicídio, de Margarida Magalhães Ramalho (Sextante), com apresentação de António Pedro Vicente. Às 18h00, na Sala do Arquivo dos Paços do Concelho da Câmara Municipal de Lisboa. Antes, às 16h00, haverá uma visita guiada aos “locais do Regicídio”, conduzida por Elizabete Rocha, da Hemeroteca Municipal (a concentração é junto à estátua de Dom José, no Terreiro do Paço, com partida assim que se juntem 25 pessoas).

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Os anacronismos têm destas coisas: acabo de receber por e-mail um “convite” para o regicídio (de 1908, claro).

«Tenho a suspeita de que a espécie humana - a única - está prestes a extinguir-se e que a Biblioteca perdurará: iluminada, solitária, infinita, perfeitamente imóvel, armada de volumes preciosos, inútil, incorruptível, secreta» Jorge Luis Borges