Biblioteca de Bolso, #3

Entre a fictícia Tonia Buddenbrook, por quem se apaixonou perdidamente aos 14 anos, e a Sophia de carne e osso, poeta luminosa que um dia o fez parar as máquinas da gráfica para melhorar um poema, Zeferino Coelho fala de livros que o marcaram. Vale a pena ouvir a sua voz grave, a sua discreta sabedoria, o seu entusiasmo que guarda uma pureza quase juvenil.
Para ouvir aqui.

«Tenho a suspeita de que a espécie humana - a única - está prestes a extinguir-se e que a Biblioteca perdurará: iluminada, solitária, infinita, perfeitamente imóvel, armada de volumes preciosos, inútil, incorruptível, secreta» Jorge Luis Borges