Primeiras reacções à nova aposta da Apple

Por exemplo: aqui, aqui e aqui. Mas isto são geeks a falar. Para uma abordagem menos técnica, consulte-se a BBC. Ou leia-se a crítica que o Telegraph já fez ao iPad, há cerca de hora e meia, atribuindo-lhe quatro estrelas. Neste texto encontrei mais informações sobre o que verdadeiramente me interessa: os atributos do iPad enquanto leitor de e-books. Eis a opinião da editora de tecnologia do Telegraph, Claudine Beaumont:

«(…) But the best feature is iBooks, the e-book reading software that knocks Amazon’s Kindle and Sony’s Reader into a cocked hat. Novels are beautifully presented, lined up on a virtual bookshelf, complete with sleeve art. The pages of the books resemble proper printed pages, with a sense of texture and authenticity to them. Turning pages is achieved with a swiping gesture, or a single tap in the right-hand margins. Downloading books is incredibly easy too, with the iBookstore built straight in to iTunes, and a wide selection of books from five major publishers already available at launch.»

As cinco grandes editoras a que Beaumont se refere são, como se explica aqui, a Penguin, a MacMillan, a Simon & Shuster, a HarperCollins e a Hachette Book Group.



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«Tenho a suspeita de que a espécie humana - a única - está prestes a extinguir-se e que a Biblioteca perdurará: iluminada, solitária, infinita, perfeitamente imóvel, armada de volumes preciosos, inútil, incorruptível, secreta» Jorge Luis Borges